Padrões

Ultimamente, tenho-me obrigado a reflectir sobre o passado. É um exercicio que tenho de fazer no sentido de ficar melhor. Passo explicar.

Com este exercicio que tenho feito, notei que nos últimos anos “sofro” de um padrão. Notei que passo metade do ano em “crescendo” e quando chego ao final do ano, estou na lama (psicologicamente falando). Parece que na primeira parte do ano, até meio de Agosto, que estou a crescer e sinto alegria e felicidade mas, depois até ao final do ano, esse sentimento vem a decrescer e, quando chego a Dezembro, é fatidico. Em Dezembro é quando fico extremamente depressiva e o auge dá-se logo no dia 26 de Dezembro.

Foi assim em 2014, o ano anterior, e o anterior a esse e so on…

O mês de Dezembro de 2014 foi um mês que me custou um bocado a passar. É o mês fatidico para mim mas, pensando bem, tenho de inverter esta tendencia. Ou melhor anular.

Normalmente não faço resoluções de ano novo mas, este ano, a resolução é tentar quebrar este ciclo. E isto é para NÃO esquecer!

Livro: Memórias de África

Imagem retirada do goodreads

Finalmente terminei este livro.

Ainda me lembro que foi a minha mãe que mo comprou após ver-me de olhar deliciado a olhá-lo. Estávamos na fnac da Plaça Catalunya em Barcelona. Não o comecei a ler imediatamente, deixei-o a marinar na prateleira até à 3 anos atrás. 😐

É verdade. Comecei a lê-lo em 2011 e tive que o deixar a  meio. Acho que não estava preparada para ler tal livro. Relembro que este livro foi adaptado para o cinema e que o título do filme era “África Minha”. Nunca o vi.

Bom voltando ao porquê de demorar tantooooooo tempo a terminar este livro. Passei o dia a reflectir no porquê.

Cada vez que o tentei ler acho que não estava com o mindset correcto. Precisava de um livro que fosse lido rapidamente sem ter que me demorar nas descrições mas, após reflectir acho que não é isso que a escritora pretende. Acho que ela pretende verdadeiramente que nos prendamos nas descrições e sintamos África tal como ela sentiu.

Fui incapaz de a sentir. Acho que só no fim do livro percebi a intenção dela. Tive pena de não o ter “saboreado” melhor.

Classificação: 1 de 5 estrelas

Cáceres

Já começa a ser uma espécie de tradição, no fim de semana do Carnaval irmos até à terra de nuestros hermanos.

Este fim de semana o destino será Cáceres. O ano passado foi Mérida e divertimo-nos à brava. Os espanhois são muito divertidos no Carnaval. Com isto não quero dizer que os portugueses não o são, nada disso.

Estou curiosa para visitar Cáceres, pois disseram-me que eram uma cidade muito bonita mas também estou muito curiosa para saber o que se vai passar na cidade pois os hoteis estão lotados. Tivemos dificuldade em encontrar um mas conseguimos um hostal: :/ (também é só para dormir… que se lixe! É preciso é ir à aventura!).

Tenho uma vontade enorme de meter nas cañas e nas tapas. Assim meter-me mesmo de caixão à cova. Ando a precisar de qualquer coisa dessas… para fazer um resettttttttttt!

Também gostava de ir aos banhos árabes (confesso-me “adoradora” de banhos árabes e pretendo ir a todos os que existem na peninsula ibérica. É um objectivo parvo? É mas sem objectivos parvos que nos façam sorrir da parvoice que é, de que vale a pena a vida?).

 

 

Os media

Acho uma enorme irresponsabilidade por parte dos jornais e afins de anunciarem a morte de uma pessoa, neste caso Mário Coluna, quando afinal o homem ainda vive.

Já não se faz jornalismo decente.

Amigos

Amigos… sempre a velha história. O que mais me impressiona são aquelas pessoas que “aparecem” quando estamos mais em baixo e não fazíamos conta com elas ali, prontas  a apoiar-nos. Estou sempre enganada neste aspecto em relação a amigos.

Mantenho um blog em espanhol que é lido por alguns meus amigos em Espanha. Escrevo lá pouco, afinal parece que não tenho muito a dizer a não ser “queixar-me” da vida, como portuguesa que sou. Ontem, coloquei lá um post em que descrevi o que sentia. Acto contínuo recebo um email de uma amigo de lá a dizer-me que ficou preocupado e se eu quisesse que podíamos falar um dia via skype tranquilamente.

Soube bem esta atitude. Eu sabia que era meu amigo mas, ficamos sempre naquela, está longe e não pode fazer muito e isso, vejo agora, é mentira. Pode fazer e muito.